sábado, 21 de abril de 2012

CRIANÇA, ADOLESCENTE, ADULTO: UMA CAMINHADA divina.

Nascemos. A caminhada se inicia. Somos bebês dependentes. É só chorar que vem logo o
leitinho acolhedor. E, claro, de lambuja o colinho acolhedor da mãezinha. Às vezes, o que
vai ser intrínseco em nossa vida toda, o choro é só manha. Afinal, queremos atenção.
O tempo passa. O primeiro contato formal com as letras: a escola é uma realidade. Que
medo! Enfim estamos crescendo. E o ambiente escolar passa a fazer parte da nossa
realidade. Onde brincamos, brigamos, aprendemos..., ou seja, convivemos. E o medo?
Que medo?
Adolescemos. O porto seguro da infância jaz em nosso ser. Tornamo-nos “criaturinhas”
estranhas para nós e para os que convivem conosco. A pressa é constante em nossos
pensamentos e atos. Tudo parece não passar. Reclamar e questionar são os verbos que
mais conjugamos, afinal, queremos construir a nossa identidade. Por outro lado, somos
tratados como crianças e queremos ser tratados como adultos. E em outros momentos,
o contrário. Urge a questão: somos o que mesmo? A ambiguidade é cruel, mas faz parte
da transição entre o ser criança e o ser adulto. Portanto, essa fase da vida é uma aula
prática de como seremos “no primeiro dia do resto de nossa vida”.
Adultecemos. Ufa! “Somos de maior”. Fase das maiores responsabilidade. Tomar
decisões é a tônica. Mas temos que ter cuidado para que não nos tornemos indivíduos
sem sonhos possíveis. Ou seja, imediatistas em demasia. Portanto: insensíveis.
Enfim, a caminhada da vida é árdua, mas divina.

sábado, 24 de março de 2012

VECÊ ACHA QUE O USO DE COMPUTADORES EM SALA DE AULA AUXILIA NA EDUCAÇÃO OU FACILITA A DISPERSÃO?

VECÊ ACHA QUE O USO DE COMPUTADORES EM SALA DE AULA AUXILIA NA EDUCAÇÃO OU FACILITA A DISPERSÃO?

Responder à questão tão complexa como a proposta com um mero “xis” é ser simplista. O que é um dos problemas, a meu ver, da educação. Temos que pensar além. Mas como a indagação me solicitou um “xis” para as opções: auxilia, dispersa ou ambos. Eu marco o “xis” na opção ambos. Por quê? Porque depende dos sujeitos envolvidos no “problema”. Mas quem são esses sujeitos? São os educandos e os educadores. Vamos a uma breve justificativa para o “xis” no ambos. No contexto de sala de aula bem como fora dele (na sociedade em geral), sabemos que as pessoas são diferentes. Algumas são ciosas para com seus objetivos. Por outro lado há as que, digamos assim, nem tanto. Como disse anteriormente, tanto no contexto de sala de aula como fora dele. Mas como a indagação que saber no contexto de sala de aula, vou ficar restrito a ele. Para o educando que tem clareza dos seus objetivos escolares, o uso deste recurso (computador) o auxiliará muito na construção de seu saber, pois ele o utilizará para esse fim: construir/aprimorar o seu saber. Negar que o uso do computador auxilia esse perfil de educando é negar a evolução dos mecanismos que auxiliam a formação intelectual do indivíduo. Por outro lado, o que é da natureza do ser humano, sabemos da existência de educandos que ainda estão construindo a sua consciência educacional. Ou seja, estão em um processo de maturação intelectual. Como este processo não está concluso, vai usar o computador para, digamos assim, a sua dispersão. Ou melhor, brincar. Nós sabemos que esse educando não sabe, ainda, que “a educação tem raízes amargas, mas seus frutos são doces”, como dizia Aristóteles. Já para o educador, faz-se necessário que o mesmo não tenha “medo” das novas tecnologias educacionais como um recurso que facilitará eficazmente o processo da construção do saber. Para tal, ele tem que ter consciência que a sociedade atual está tão rápida nas mudanças do processo educacional, quanto no que tange aos seus recursos. Portanto, a qualificação dele é mais do que urgente. É imperiosa. Mas como o educador também está em um contexto emocional, ele tem que aceitar a referida qualificação. Ou seja, como é da natureza humana, aceitar que as “coisas não são mais como antigamente”, o mundo hoje é essencialmente tecnológico. O educador tem que fazer uma autoavaliação: “eu quero (posso) me qualificar para usar um computador em sala de aula como um moderno recurso educacional”? Se a autoavaliação for positiva, vai auxiliar. Caso contrário... Concluindo, tanto educandos como educadores têm que ter clareza do seu papel em sala de aula e estarem receptíveis aos modernos recursos educacionais. Isso feito, não existirão conflitos quanto ao uso de computador em sala de aula. Diante de tudo que eu dissedc, concluo assim: como já sabiam os filósofos gregos, quanto mais se sabe, maior é a sensação de ignorância: porque novos horizontes a serem conhecidos abrem-se ao eterno aprendiz. Assim é que se insere o uso do computar em sala de aula.

A Natureza expressa a Sabedoria de Deus


O eucalipto arco-íris (Eucalyptus deglupta) é o único representante da família dos eucaliptos encontrado naturalmente no hemisfério norte, em ilhas da Indonésia, Filipinas e Nova Guiné. Atualmente, essa árvore é amplamente cultivada ao redor do mundo onde é empregada principalmente na produção de papel. Entretanto, por causa de suas vistosas listras coloridas, o eucalipto também vem sendo utilizado para fins ornamentais.
A casca exterior cai anualmente em diferentes épocas, deixando aparecer o verde claro da parte interior, que vai escurecendo gradualmente resultando em tons de azul, roxo, laranja e marrom até amadurecer completamente.

O eucalipto arco-íris (Eucalyptus deglupta) é o único representante da família dos eucaliptos encontrado naturalmente no hemisfério norte, em ilhas da Indonésia, Filipinas e Nova Guiné. Atualmente, essa árvore é amplamente cultivada ao redor do mundo onde é empregada principalmente na produção de papel. Entretanto, por causa de suas vistosas listras coloridas, o eucalipto também vem sendo utilizado para fins ornamentais.